Cartas de gestão – 12/2025
Reflexões sobre as debêntures high grade
Com o nível elevado de juros no Brasil, as debêntures têm atraído atenção especial dos investidores. Estes instrumentos de dívida corporativa são classificados como valores mobiliários e constituem uma das formas pelas quais as empresas buscam financiamento no mercado de capitais. No Brasil, elas equivalem aos corporate bonds dos Estados Unidos e podem variar em diversos aspectos. Por exemplo:
- Cada debênture possui seu próprio prazo de vencimento;
- O calendário de amortizações varia: algumas pagam o principal apenas no vencimento (bullet), enquanto outras o amortizam ao longo do tempo;
- Os cupons de juros diferem em magnitude e periodicidade;
- Determinadas emissões incluem período de carência para o início do pagamento dos juros;
- Pode haver correção monetária do valor principal;
- A estrutura de garantias não é padronizada, podendo variar entre emissões;
- Algumas debêntures incluem covenants e penalidades associadas ao não cumprimento destes;
- Outras incluem cláusulas que permitem o resgate antecipado da dívida pela empresa.
Estes exemplos refletem apenas algumas das possibilidades deste tipo de instrumento. A ANBIMA calcula e divulga alguns índices de debêntures, chamados de Índice de Debentures Anbima (IDA). De acordo com a entidade, “o IDA é uma família de índices que representa a evolução, a preços de mercado, de uma carteira de debêntures e que serve como referencial para acompanhamento do segmento”[1].
Em particular, esta família de índices possui diversos subíndices, com metodologias e critérios de composição bem definidos, a fim de refletir grupos específicos de debêntures. As carteiras desses subíndices são divulgadas mensalmente. O IDA DI, por exemplo, contempla as debêntures remuneradas pelo CDI, seja na forma de percentual do CDI, seja na forma de CDI acrescido de spread. Adicionalmente, para fazer parte deste índice, há outros critérios, como:
- Valor total da emissão superior a R$ 100 milhões;
- Vencimento superior a um mês;
- Classificação de risco (rating) mínima BBB (caracterizando o chamado investment grade);
- Ausência de pagamentos em atraso em relação ao fluxo previsto da debênture;
- Divulgação de preços e taxas de mercado pela ANBIMA.
Assim, este universo é formado majoritariamente por títulos high grade. Para exemplificar, a carteira vigente no mês de outubro de 2025 era composta por 482 debêntures de 160 emissores[2]. O peso de cada debênture dentro do índice é proporcional ao valor de mercado de sua emissão — desconsiderando-se os títulos mantidos em tesouraria pela emissora — o que torna o IDA DI um índice efetivamente representativo de mercado.
Toda a análise a seguir foi feita considerando-se o fechamento de setembro de 2025.
Para a análise que faremos a seguir, fomos ainda mais criteriosos e restringimos o universo considerado, adotando critérios adicionais, como:
- Valor mínimo de emissão de R$ 300 milhões;
- Empresas com registro na CVM como companhias de capital aberto;
- Debêntures com remuneração na forma CDI + spread;
- Taxa e PU de mercado divulgadas pela ANBIMA em 30 de setembro de 2025.
Chegamos, então, a um universo de 324 debêntures. A nosso ver, este universo é bastante representativo do que os investidores podem esperar ao buscar exposição a crédito high grade. O maior volume de emissão restringe ainda mais o conjunto de empresas com acesso a esse mercado, e o registro como companhia de capital aberto impõe uma série de obrigações adicionais, como a divulgação periódica de demonstrativos financeiros auditados. A Figura 1 ilustra este processo de screening[3].

Figura 1 – Filtro de seleção de debêntures high grade
Neste novo universo de 324 debêntures, verificamos que a taxa média de negociação era de CDI + 1.60% a.a., e a duration[4] média era de 679 dias úteis. Essas foram médias aritméticas simples e não necessariamente representam a exposição média de um investidor. Ponderando essas médias pelos pesos de cada título no IDA DI[5], chegamos a uma taxa média de CDI + 1.37% a.a. e duration média de 758 dias úteis. Essa diferença se explica pelo fato de que as maiores emissões, em geral realizadas por empresas percebidas como mais “seguras”, tendem a ocorrer a taxas menores e com prazos mais longos.
À primeira vista, o investidor poderia imaginar que, ignorando eventuais defaults[6], o retorno esperado seria de CDI + 1.37% a.a. Contudo, verifica-se que todas as 324 debêntures deste universo possuem cláusulas de resgate antecipado. Tais cláusulas concedem ao emissor a opção de, a partir de datas pré-estabelecidas nas escrituras das debêntures, resgatar antecipadamente a dívida, mediante o pagamento de um prêmio em relação ao PU Par.
Em alguns casos, este prêmio varia ao longo do tempo, em determinadas datas previstas na escritura, e normalmente é proporcional ao prazo restante até o vencimento padrão da debênture. Há também casos pontuais em que o prêmio é proporcional à duration e não ao prazo de vencimento. Este prêmio pode ser calculado de forma linear ou exponencial, dependendo da estrutura da emissão.
Estas particularidades tornam essencial uma análise individualizada de cada emissão.
De qualquer forma, esta cláusula pode ser interpretada como uma opção de compra (call) que o emissor detém sobre a debênture. O racional que explica o motivo de o emissor exercer essa opção é que, em determinadas circunstâncias, ele pode se financiar a custos mais baixos do que aqueles obtidos originalmente.
Em tese, o spread negociado no mercado secundário reflete o nível de taxa que os investidores estão dispostos a aceitar para se expor à dívida deste emissor. Se esta taxa cair o suficiente, ela pode compensar os custos que a companhia teria ao exercer o resgate antecipado e emitir uma nova dívida.
Contudo, podem existir outros fatores que impeçam a empresa de tomar essa decisão, ainda que, do ponto de vista financeiro, ela pareça fazer sentido.
Para se ter uma noção do impacto desta característica, em 30 de setembro de 2025, das 324 debêntures deste universo em estudo, 118 já estavam no período em que o resgate antecipado era permitido. Comparando o preço de resgate (considerando o prêmio) com o preço de mercado divulgado pela ANBIMA, em 63 delas o investidor teria uma perda imediata média de -0.45%.
Ao ponderar os pesos que cada uma destas 63 debêntures possui dentro do universo total, observa-se que o impacto final seria de aproximadamente -0.10%, representando a perda média imediata que os investidores deste grupo teriam caso os emissores exercessem o resgate simultaneamente nestes 63 casos (dentro da carteira ponderada dos 324 ativos, onde as 63 têm um peso combinado de 17.8%).
Para as 206 debêntures cujo período de exercício ainda não teve início, uma métrica comum é estimar o retorno que o investidor teria se comprasse a debênture hoje (ao preço de mercado) e a empresa exercesse a opção na primeira data possível. Esta métrica é chamada de yield to call (YTC)[7]. Neste caso, considera-se que o investidor terá o menor retorno entre a taxa atual de mercado e o YTC, denominado yield to worst (YTW)[8].
Para as 55 debêntures que já estão no período de exercício, mas cujo strike é maior que o PU de mercado, nesta modelagem mais simples considera-se que o exercício não ocorrerá e, portanto, o YTW é a própria taxa de mercado. Temos, portanto, um universo de 261 ativos nos quais calculamos esta métrica, que somam 82.2% da carteira total dos 324 ativos.
Nestes 261 ativos, enquanto a taxa média de mercado era CDI + 1.72% a.a., o YTW médio era CDI + 1.39% a.a. (sem considerar os pesos), o que corresponde a um delta de -0.33% no yield. Dado que estes 261 ativos têm peso combinado de 82.2% na carteira, estimamos que o impacto do exercício das calls no futuro seria de aproximadamente -0.27% a.a.[9], além do impacto imediato de -0.10% já estimado. A Figura 2 mostra visualmente esta comparação entre o spread de mercado e o YTW.

Figura 2 – Comparação da taxa média de mercado com YTW
Contudo, já mencionamos que as cláusulas de resgate funcionam como opções: o emissor tem o direito, mas não a obrigatoriedade, de realizar o resgate antecipado. Em algumas situações, apesar de o exercício da opção na primeira data disponível ser, em tese, benéfico ao emissor, podem existir condições que tornem uma data mais à frente ainda mais vantajosa para o exercício.
Por exemplo, considere uma situação hipotética em que o emissor, para exercer o resgate antecipado, precise pagar um prêmio proporcional ao prazo remanescente até o vencimento da debênture, podendo exercer o resgate a partir de certa data. Suponha que, poucos dias após o início deste período, esteja prevista uma amortização. Neste caso, a decisão racional provavelmente será o emissor aguardar a realização dessa amortização antes de exercer a call, uma vez que o prêmio será pago sobre o PU Par já descontado dessa amortização.
Este é apenas um exemplo, mas existem outras situações nas quais o momento ótimo para o exercício não é o inicial. Um caso adicional ocorre quando o prêmio é proporcional de forma linear, e não exponencial, o que também pode gerar esse tipo de comportamento (isto inclusive pode levar a situações em que apenas numa data futura faz sentido o emissor exercer a opção, a depender de outras variáveis).
A Figura 3 traz um fluxograma que tenta ilustrar o processo decisório de uma empresa ao exercer ou não o resgate antecipado. Obviamente, esta é apenas uma modelagem possível e, na vida real, diversos outros aspectos podem influenciar essa decisão.

Figura 3 – Fluxograma de um exemplo do processo de decisão para exercício de uma call
A métrica mais utilizada na literatura, que incorpora o momento ótimo de exercício da opção da debênture no cálculo do retorno, é chamada de Option Adjusted Spread (OAS). Essa abordagem normalmente envolve uma modelagem estocástica das taxas de juros, por exemplo, utilizando o modelo de Black-Derman-Toy (BDT)[10].
No caso deste universo de debêntures, há a particularidade de que, por serem remuneradas na forma CDI + spread, mudanças no nível da taxa livre de risco (CDI) não afetariam as decisões de exercício[11]. Assim, se desejarmos modelar o OAS de forma estocástica, basta simular oscilações na taxa de mercado do spread e considerar a taxa livre de risco, em cada momento, como sendo exatamente aquela precificada pelo mercado de DI Futuro (e pelos FRAs implícitos nele). Portanto, esta opção fica sujeita não à volatilidade das taxas de juros totais, mas apenas à volatilidade da parcela de spread de crédito.
O modelo utilizado para estimar o OAS pode variar bastante e depende de diversas premissas não observáveis, como, por exemplo, a dinâmica do spread de crédito e sua volatilidade. Nesta carta, adotaremos a metodologia chamada de OAS Zero Vol[12].
Basicamente, nesta modelagem considera-se que a taxa de mercado do spread de crédito permanecerá constante desde hoje até o vencimento. Monta-se o calendário da debênture de hoje até o vencimento, considerando-se não apenas as datas de pagamento de juros e de amortizações, mas também as datas a partir das quais o resgate antecipado pode ser exercido.
Constrói-se, então, um fluxo de caixa estimado (com base na curva de DI Futuro, nas taxas de juros previstas pela emissão e no spread de mercado atual) e estima-se, em cada data do calendário, o PU Par e o preço de exercício (strike) do resgate antecipado, nas datas em que o resgate é permitido.
Em seguida, realiza-se um processo “de trás para frente” (backward), para determinar se, para o emissor, a decisão ótima é:
- exercer naquele momento (considerando o strike) ou,
- manter-se exposto ao fluxo posterior descontado até aquela data (que chamamos de PU emissor). Para deixar claro a condição de borda: no vencimento da debênture, como não há nenhum pagamento residual, o PU emissor é zero.
A partir daí, no procedimento backward, a cada data descontamos (pela taxa livre de risco daquele período e pelo spread de mercado) o PU emissor da data seguinte, somado aos pagamentos previstos (juros e amortizações). Este valor é então comparado com o strike. Se o strike for menor ou igual a esse valor, significa que não há nenhuma data posterior em que o exercício seja mais vantajoso para o emissor. Neste caso, o PU emissor passa a ser o strike naquela data, que se torna o novo candidato ao momento ótimo de exercício.
Este procedimento é repetido para todas as datas, do fim até o início, de forma que, ao final, sabemos exatamente qual é o momento ótimo de exercício da opção, sob as hipóteses aqui descritas. Reforçamos que estamos tratando de uma modelagem e que, como tal, esta pode estar ignorando outras hipóteses relevantes.
Monta-se, então, um fluxo de pagamentos Zero Vol, no qual:
- os pagamentos até a data de exercício ótimo são considerados normalmente,
- na data de exercício ótimo soma-se o fluxo de pagamento do strike e,
- nas datas posteriores, o fluxo de pagamentos é zerado.
O OAS Zero Vol será o spread de crédito tal que, ao utilizá-lo para descontar o fluxo Zero Vol (juntamente com os DIs correspondentes), chegaremos ao PU de mercado.
Esta taxa OAS Zero Vol fornece uma noção mais realista, em comparação ao YTC, dos retornos efetivos que podemos esperar da carteira de crédito, ao incorporar explicitamente o momento ótimo de exercício das opções. Essa metodologia também permite estimar uma duration mais realista, a partir do fluxo Zero Vol.
Contudo, mesmo nesta metodologia, podem ocorrer situações em que não é possível calcular o OAS (por exemplo, quando o exercício ótimo ocorre no momento inicial). Nesses casos, o modelo não é capaz de justificar por que os investidores aceitariam um spread de mercado tão baixo que, muito provavelmente, a ação racional do emissor seria exercer imediatamente a opção, levando o investidor a incorrer em uma perda certa já no momento inicial. Ainda que, nessas situações, não seja possível calcular o OAS Zero Vol, é possível estimar a perda imediata Zero Vol.
Considerando esta modelagem, chegamos aos seguintes resultados: dos 324 ativos analisados, 38 apresentam exercício ótimo já no momento inicial (em comparação aos 63 identificados anteriormente). Nestes casos, a perda imediata Zero Vol média é de aproximadamente -0.62%. Esses 38 papéis somam cerca de 10.6% do peso total da carteira e, ao ponderarmos as perdas imediatas Zero Vol pelos respectivos pesos, chegamos a uma perda imediata Zero Vol média na carteira de aproximadamente -0.09%.
Ao comparar este valor com o obtido na metodologia anterior (que não considerava se o exercício imediato era ótimo ou não), percebemos que, apesar da redução no número de casos, a maioria das debêntures afetadas por esta nova metodologia apresentava perdas próximas de zero. Assim, a exclusão desses casos praticamente não alterou a média geral. Em outras palavras, para que faça sentido a empresa exercer a call, normalmente é necessário que exista um “benefício” suficientemente grande.
A Figura 4 compara, para cada uma das 286 debêntures em que o exercício ótimo não ocorre no instante inicial, o spread de mercado com o OAS Zero Vol. Cada ponto representa uma debênture do universo analisado. A linha tracejada indica os casos em que o OAS Zero Vol é exatamente igual ao spread de mercado.
Pontos posicionados abaixo da linha representam debêntures cujo OAS Zero Vol é inferior ao spread de mercado, ou seja, situações em que a opção de resgate antecipado embutida reduz o retorno esperado do investidor. Como podemos observar, há muitos pontos nos quais as diferenças entre as metodologias são significativas.

Figura 4 – Dispersão entre spread de mercado e o OAS Zero Vol
Verificamos que o spread médio de mercado dos 286 ativos cujo exercício ótimo não ocorre no instante inicial é de aproximadamente CDI + 1.67% a.a., enquanto o OAS Zero Vol médio é de 1.15% a.a. Estes ativos representam 89.4% da carteira completa dos 324 ativos. Assim, além do impacto imediato de cerca de -0.09%, estimamos um impacto médio adicional de aproximadamente -0.46% a.a.[13] no retorno esperado dos investidores, em função das opções embutidas nas debêntures.
Por fim, ao analisar o impacto das calls na duration pela metodologia Zero Vol, concluímos que a duration da carteira dos 324 ativos se reduz de 758 para 471 dias úteis. A Figura 5 ilustra estas diferenças.

Figura 5 – Comparação da taxa média de mercado com OAS Zero Vol
Estes resultados indicam uma assimetria entre o retorno observado nas taxas negociadas e o retorno efetivamente capturado quando se considera o exercício ótimo da call. Na prática, vemos que, para uma parcela relevante das emissões, parte significativa do spread ofertado pelo mercado não será realizável pelo investidor caso a empresa exerça o resgate no momento mais vantajoso para si. Esta constatação é importante porque evidencia que uma análise baseada exclusivamente nas taxas divulgadas pode levar a uma superestimativa do retorno esperado.
FUNDOS
MULTIMERCADO
Kadima Master FIF MM RL é uma classe multimercado multiestratégia, com o portfólio de modelos mais completo da Kadima e nível de risco moderado (volatilidade aproximadamente 5% ao ano antes de taxas). A Subclasse Kadima I é a subclasse que representa o fundo mais antigo gerido pela Kadima[14]. Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de +5.25 %, contra retorno do CDI de +14.31%. Desde o início (11/05/2007), a Subclasse Kadima I acumula resultado de +540.01%, contra retorno do CDI de +481.54% neste período.
Infelizmente, em 2025 os resultados dos fundos geridos pela Kadima ficaram aquém do que gostaríamos. Os modelos, em seu resultado agregado, foram detratores de performance, com poucas exceções. Nas próximas linhas, tentaremos detalhar melhor estes resultados e falar um pouco sobre o que estamos fazendo para tentar melhorar o desempenho dos fundos, principalmente em termos de pesquisa.
Começando pelos modelos seguidores de tendência (também chamados de trend-following, ou TF) de curto prazo, estes apresentaram resultados próximos de zero no dólar e no Ibovespa. Já no mercado futuro de juros (DI), tais modelos tiveram perdas que equivalem a aproximadamente 28% das perdas totais do fundo no ano. Historicamente, a maior alocação média de risco dos nossos fundos multimercados esteve nestes modelos, principalmente naqueles que operam futuros de dólar e de DI.
Estes modelos, em média, apresentam melhores resultados em momentos de maior volatilidade e piores resultados em momentos de menor volatilidade[15] e já são utilizados por nossos sócios desde 2002 (antes mesmo da fundação da Kadima). Apesar da grande confiança que temos nestes modelos, acreditamos que a alocação de risco entre eles deve ser disciplinada, fundamentada em evidências e dados.
Assim, conforme sinalizamos ao longo dos últimos anos em nossas cartas, estes modelos vêm gradualmente perdendo espaço dentro dos nossos fundos. Para dar uma dimensão deste movimento, eles já chegaram a corresponder a mais de 70% do risco do fundo e hoje representam aproximadamente 23% deste risco[16]. São dois os principais motivos para esta redução:
- Os resultados destes modelos nos últimos anos, quando incorporados aos seus backtests de longo prazo, levam a estimativas de retorno ajustado ao risco piores do que aquelas que tínhamos alguns anos atrás. Estimativas estatísticas sempre envolvem incertezas e entendemos ser importante incorporar novas informações à medida que estas se tornam disponíveis. Note-se que este processo é diferente de simplesmente reduzir risco porque o modelo teve um ano ruim, uma vez que os resultados são incorporados em estimativas de longuíssimo prazo. Tampouco equivale a insistir teimosamente em algo que pode deixar de funcionar, já que resultados ruins deterioram gradualmente as estimativas.
- Em nosso processo de pesquisa nos últimos anos, conseguimos desenvolver diversas outras famílias de modelos com resultados esperados tão bons quanto, ou melhores, que os dos trend-following de curto prazo, o que os torna menos atraentes do ponto de vista de composição de portfólio.
Ainda falando sobre modelos seguidores de tendência, também possuímos alocação de risco relevante em trend-following de longo prazo nos DIs. No passado, estes modelos também estavam presentes em outras classes de ativos, mas, com as pesquisas que foram desenvolvidas, as tendências passaram a ser apenas um dentre vários fatores considerados nessas classes.
Os juros permanecem com esta alocação de risco significativa em TF porque, especificamente dentro dos ativos de juros (não só no Brasil, mas no mundo), os fatores ligados a tendências, dentre todos os que já pesquisamos, são aqueles com maior acurácia e de magnitude significativamente superior aos demais. Nas outras classes de ativos, as tendências passaram a ser apenas um entre vários fatores; já nos mercados de juros, interpretamos que ainda faz sentido manter modelos exclusivamente de tendências de longo prazo. Dentro do Kadima Master, estes modelos correspondem a cerca de 12% do risco do fundo.
Este tipo de modelo, a partir de fórmulas estatísticas, analisa o histórico das taxas de juros e busca identificar se elas estão em tendências de alta, de baixa ou sem tendência definida. Uma vez identificada a tendência, o modelo se posiciona naquela direção. Neste contexto, ao nos referirmos a longo prazo, estamos considerando janelas de tempo entre 2 semanas e 6 meses.
Estes modelos haviam tido um de seus melhores anos em 2024 mas, em 2025, infelizmente apresentaram perdas, correspondendo a cerca de 20% das perdas do Kadima Master no ano. Em 2024, os juros no Brasil apresentaram forte tendência de alta, e estes modelos permaneceram “tomados” quase continuamente a partir de março daquele ano. Tais posições só foram revertidas a partir de fevereiro de 2025, após um forte movimento de fechamento das taxas de juros futuras.
Após esse movimento e até agosto, os futuros de DI ficaram sem tendências claras e passaram por diversas reversões. Este tipo de cenário, de indefinição após uma grande tendência, é relativamente comum e costuma ser o pior ambiente para modelos de tendência de longo prazo. A partir de agosto de 2025, os DIs entraram em uma tendência um pouco mais clara de queda e, assim, estes modelos foram montando posições aplicadas cada vez maiores, conforme a tendência se confirmava.
As perdas acumuladas no início do ano já estavam quase zeradas quando, na sexta-feira, 05/12/2025, notícias políticas levaram os mercados a uma fortíssima reversão, resultando em novas perdas para o modelo. Ele encerrou o ano tomado em juros, com aproximadamente 20% do tamanho máximo de posição que pode alcançar e com as perdas mencionadas. Notemos, contudo, que, apesar dessas perdas, em termos de magnitude, os ganhos obtidos em 2024 por estes modelos de TF de longo prazo nos DIs foram aproximadamente 2.5 vezes maiores do que as perdas de 2025, evidenciando a relação retorno/risco favorável desta categoria de modelo.
Dentro do Kad IMAB, a maior parte das posições em juros é composta por estes mesmos modelos de TF de longo prazo. Assim, para ilustrar os movimentos descritos, trouxemos na Figura 6 um gráfico da exposição pré (equivalente em anos de taxa) do Kad IMAB. Salvo a escala, este gráfico serve como uma proxy para compreendermos tais movimentos[17].

Figura 6 – Exposição pré equivalente ano do Kad IMAB
Seguindo as explicações, os modelos de contratendência apresentaram resultados positivos ao longo do ano. Temos estes modelos aplicados principalmente ao Ibovespa e eles buscam capturar exageros de curto prazo nos movimentos observados, posicionando-se para explorar reversões.
Estes modelos apresentaram ganhos equivalentes a aproximadamente 7% do resultado do Kadima Master no ano, apesar de terem tido uma alocação média ao longo do período equivalente a apenas 4% do risco do fundo (encerraram o ano com cerca de 5% do risco).
Apesar dos bons resultados quando comparados ao risco alocado, estes modelos possuem características que tornam indesejável uma alocação excessiva. Entre elas, destacam-se drawdowns desproporcionalmente elevados e limitações de capacity, uma vez que alocações maiores podem levar à extinção das próprias distorções que estes modelos buscam capturar.
Nossa maior decepção em termos de resultados no ano veio dos modelos de alocação sistemática, os quais foram responsáveis por cerca de 30% das perdas do Kadima Master. Estes modelos visam a realizar asset allocation entre diversas classes de ativos, podendo inclusive ficar short (vendido) em algumas delas para ficar mais long (comprado) em outras. A ideia, neste caso, é tentar montar um portfólio com viés tomador de risco, composto por ativos que, em média, apresentam prêmios de risco.
Após atingir um drawdown considerável no primeiro trimestre, as posições do Kadima Master nestes modelos foram reduzidas pela metade. Nos meses seguintes, até novembro, o modelo apresentou uma recuperação relevante (ainda que com metade do risco), até que, em dezembro, sofreu nova perda significativa.
Para entender melhor nosso incômodo com os resultados destes modelos em específico, considere os seguintes retornos (em reais), acima do CDI, para algumas classes de ativos em 2025:
À exceção do dólar, que se desvalorizou significativamente frente ao real (além de apresentar diferencial de juros desfavorável), as demais classes de ativos, especialmente as bolsas, tiveram bons desempenhos. Neste cenário, seria razoável esperar que modelos com as características descritas tivessem apresentado resultados positivos. Contudo, não foi o que observamos.
Nossa avaliação é que as escolhas dos ativos incluídos no portfólio, com o intuito de abrir espaço para maior exposição a risco em outros mercados, acabaram apresentando desempenho superior. Como exemplo, no primeiro trimestre o fundo mantinha posição short em Ibovespa e long em bolsa americana, justamente em um período em que a bolsa dos Estados Unidos caiu de forma acentuada enquanto a bolsa brasileira subiu. Outro exemplo foi a posição comprada em dólar, que poderia ser interpretada como um hedge estatístico do portfólio, mas que acabou detraindo resultados de forma relevante.
Assim, este modelo encontra-se em revisão mais profunda e possivelmente passará por mudanças significativas ou terá seu risco reduzido ainda mais em nosso processo de alocação. Em nossa avaliação, há evidências suficientes da existência de prêmios de risco em diversas classes de ativos e, portanto, faz sentido manter este tipo de modelo no portfólio. Contudo, entendemos ser fundamental aprimorá-lo, uma vez que, infelizmente, sua versão atual não entregou os resultados que gostaríamos.
Entraremos agora nos modelos de fatores. De forma geral, estes são modelos que tentam identificar, dentro de uma classe de ativos, quais características explicam, no longo prazo e em média, as diferenças de retorno entre os ativos (com seus riscos associados). A partir disso, torna-se possível montar um portfólio exposto a esses riscos considerados desejáveis.
Cada classe de ativos pode ter diferentes fatores associados. Nos últimos anos, conseguimos avançar significativamente no desenvolvimento deste tipo de modelo, expandindo sua aplicação para novas classes de ativos, incorporando novos fatores dentro de cada classe e implementando novos algoritmos.
Em algumas das classes que operamos, estes modelos apresentaram resultados positivos, enquanto em outras os resultados foram negativos.
Começando pelas ações no Brasil, utilizamos estes modelos em versões long-short. Infelizmente, os portfólios de ações tiveram desempenho significativamente pior do que o Ibovespa, ocasionando perdas para os fundos. Dentro do Kadima Master, estas perdas corresponderam a aproximadamente 30% das perdas totais do fundo e se concentraram principalmente nos meses de março e dezembro (no restante do ano, o resultado foi aproximadamente zero). Fatores de valor foram os que mais detraíram performance, seguidos por fatores de momentum. No total, cerca de 18% do risco do Kadima Master está alocado em modelos de fatores aplicados às ações brasileiras.
Os modelos de fatores aplicados a moedas e a juros globais, após um primeiro semestre negativo, apresentaram resultados levemente positivos no segundo semestre. Conforme mencionamos anteriormente, nossa equipe vem empregando esforços significativos para aprimorar estes modelos e observamos que algumas das pesquisas desenvolvidas ao longo deste ano já começaram a apresentar resultados. Atualmente, os modelos de fatores nestas duas classes somam aproximadamente 11% do risco do Kadima Master.
Dado o grau de diversificação que podemos obter neste segmento, entendemos que há um potencial relevante de crescimento para esta alocação de risco. Há dezenas de ativos líquidos envolvidos, com diferentes sinais possíveis. Evidentemente, para que esta perspectiva se concretize, há diversas variáveis a serem consideradas, como a confirmação da robustez dos backtests, o desenvolvimento de novos sinais economicamente plausíveis, a adequada liquidez dos ativos, entre outros fatores.
Finalmente, os modelos que operam commodities foram nosso maior destaque positivo, pelo segundo ano consecutivo. Os ganhos destes modelos corresponderam a aproximadamente 30% do resultado total do fundo, ajudando a reduzir de forma significativa a underperformance do Kadima Master. Adicionalmente, vale ressaltar que, dentro do Kadima Master, as commodities tiveram, em média ao longo do ano, uma alocação de risco equivalente a aproximadamente 14% do risco do fundo (encerrando o ano com cerca de 16%).
Detalhando um pouco mais este resultado, atualmente operamos 35 commodities diferentes, negociadas em diversas bolsas ao redor do mundo. No ano, obtivemos resultados positivos em 20 destas e resultados negativos em 15. As commodities que mais contribuíram positivamente para o Kadima Master foram ouro, bezerro, boi gordo, trigo e prata. Já as que mais detraíram performance foram platina, petróleo de Dubai, milho, paládio e canola.
Em nossa visão, este resultado é especialmente relevante pois, até onde sabemos, são poucos os fundos no Brasil que conseguem gerar bons resultados de forma consistente operando commodities. Assim, este segmento acaba se tornando um driver de diversificação bastante interessante para os investidores.
Para finalizar os comentários sobre os resultados, vale destacar que a maior parte dos resultados positivos veio de modelos desenvolvidos nos últimos anos, o que reforça a importância de manter um processo contínuo de pesquisa. Reafirmamos nosso compromisso em seguir buscando novos modelos, novos mercados e aprimoramentos nos modelos existentes, para que os fundos sob nossa gestão consigam, no longo prazo, entregar bons retornos aos nossos cotistas. Em nossa visão, este deve ser o principal foco, uma vez que são as pesquisas desenvolvidas que alimentam todo o processo de investimento dos fundos.
O Kadima High Vol FIC FIF Multimercado RL é um fundo de gestão predominantemente sistemática. Seu portfólio é composto majoritariamente por parte dos modelos presentes no fundo Kadima Master FIF MM RL, porém com uma maior alavancagem. Em 12 meses, o fundo apresentou retorno acumulado de +0.86%, contra retorno do CDI de +14.31%. Desde o início (23/03/2012), o Kadima High Vol acumula resultado de +380.36%, contra retorno do CDI de +250.90% neste período.
Os comentários referentes a este fundo são análogos (na proporção de sua alocação de risco) aos do Kadima Master FIF MM RL, descritos acima.
O Kadima LT FIF Multimercado RL é um fundo de gestão predominantemente sistemática. Seu portfólio é composto por um subconjunto dos modelos também presentes no fundo Kadima Master FIF MM RL, porém com um maior foco em estratégias que buscam movimentos de longo prazo. Em 12 meses, o fundo apresentou retorno acumulado de +1.47%, contra retorno do CDI de +14.31%. Desde o início (02/01/2019), o Kadima LT FIM acumula resultado de +71.48%, contra retorno do CDI de +83.00%.
Os comentários referentes a este fundo são análogos (na proporção de sua alocação de risco) aos do Kadima Master FIF MM RL, descritos anteriormente. Acreditamos que este fundo tem um portfólio de modelos especialmente interessante para investidores que preferem estratégias com menor giro de posições. Acreditamos no potencial da estratégia em obter retornos interessantes no longo prazo.
O Kadima International Alpha FIF Mult RL é um fundo de gestão predominantemente sistemática. Este fundo aplica indiretamente no nosso veículo de investimentos offshore, com o respectivo hedge cambial, sendo uma forma do investidor que deseje ter acesso exclusivamente a nossos modelos internacionais. O fundo é calibrado para uma volatilidade (em reais) entre 6% a.a. e 10% a.a. Acreditamos ser um veículo bastante interessante, não só pela longa expertise da Kadima em operar ativos internacionais, como pelo fato do fundo acessar diversos ativos que são “exóticos” para investidores brasileiros. Em 12 meses o fundo acumula +13.85% enquanto o CDI no período rendeu +14.31%. Desde o início (13/05/2024), o fundo acumula resultado de +18.75%, contra retorno do CDI de +22.03% neste período.
Uma vez que o portfólio do Kadima International Alpha é formado pelos mesmos modelos que operam ativos offshore no Kadima Master FIF MM RL, as explicações sobre os resultados deste fundo são análogas, levando em conta esta diferença de alocação. Os modelos que operavam os ativos offshore tiveram um resultado positivo no ano, mas, no entanto, estes não foram suficientes para cobrir por completo os custos, fazendo o fundo terminar o ano ligeiramente abaixo do benchmark. Note-se, contudo, a grande recuperação realizada por este fundo no segundo semestre de 2025, visto que o fundo havia terminado o primeiro semestre em território negativo. Estamos tomando providências no sentido de aumentar ligeiramente a parcela que este fundo aloca no exterior, aumentando assim sua eficiência. Na nossa visão, esta combinação no longo prazo será capaz de gerar um alfa significativo aos seus investidores.
PREVIDÊNCIA
O Kadima FIFE Previdência FIF Multimercado RL é um fundo de previdência multimercado FIFE que se destina a acolher indiretamente recursos de planos PGBL e VGBL, tendo como cotistas fundos FIE tipo 1 e tipo 2 de quaisquer seguradoras. O fundo tem como objetivo superar o CDI no longo prazo e vale-se para tal de uma gestão ativa quantitativa, com um portfólio diversificado de modelos matemático-estatísticos semelhante ao do Kadima Master FIF MM RL, porém, com algumas restrições e adaptações para respeitar o enquadramento exigido pela legislação vigente.
Em 12 meses, o fundo apresentou retorno acumulado de +8.41%, contra retorno do CDI de +14.31%. Desde o início (28/09/2018), acumula resultado de +99.09%, contra retorno do CDI de +85.86%.
O fundo apresenta resultados compatíveis ao do Kadima Master FIF MM RL, observadas as diferenças na alocação de risco.
O cliente que desejar acessar planos VGBL ou PGBL desta estratégia pode fazê-lo através da Icatu Seguros[23] ou da Zurich Seguros[24]. Há também um espelho deste fundo em parceria com a XP Seguros[25], sendo possível ao cliente realizar aportes em planos VGBL ou PGBL[26] da estratégia por lá. Além destes, há outro fundo com estratégia parecida, mas com diferente alocação de riscos, cujos planos PGBL e VGBL estão disponíveis no Itaú[27] e no Bradesco[28].
O Kadima Long Short Previdência FIM é um fundo de previdência multimercado FIFE que se destina a acolher indiretamente recursos de planos PGBL e VGBL, tendo como cotistas fundos FIE tipo 1 e tipo 2 de quaisquer seguradoras. O fundo tem como objetivo superar o CDI+0,9% a.a. no longo prazo e vale-se para tal de uma gestão ativa quantitativa, com um portfólio diversificado de modelos matemático-estatísticos semelhante ao do Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações RL, porém, com algumas restrições e adaptações a fim de se respeitar o enquadramento exigido pela legislação vigente. Como o nome sugere, o fundo tem como risco predominante modelos long-short no mercado de ações.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de +9.29%, contra retorno do CDI+0,9% a.a. de +15.34%. Desde o início (15/05/2020), acumula resultado de +67.73%, contra retorno do CDI+0,9% a.a. de + 79.09%.
O fundo apresenta resultados compatíveis ao do Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações RL, observadas as diferenças na alocação de risco. Por questões regulatórias relativas à previdência, este fundo acaba obrigatoriamente tendo uma exposição um pouco menor ao modelo de fatores que o Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações RL. Adicionalmente, o fundo também tem algumas restrições às operações em câmbio.
O cliente que desejar acessar planos VGBL ou PGBL desta estratégia pode fazê-lo através do BTG Pactual[29] ou da XP[30].
O Kadima Long Bias FIFE Previdência FIF Multimercado RL é um fundo de previdência multimercado FIFE que se destina a acolher indiretamente recursos de planos PGBL e VGBL, tendo como cotistas fundos FIE tipo 1 e tipo 2 de quaisquer seguradoras. O fundo tem como objetivo superar o IPCA+X+0,7% a.a. (onde X é o yield do IMA-B calculado diariamente) no longo prazo e vale-se para tal de uma gestão ativa quantitativa, com um portfólio diversificado de modelos matemático-estatísticos semelhante ao do Kadima Long Bias FIF Multimercado RL, porém, com algumas restrições e adaptações a fim de se respeitar o enquadramento exigido pela legislação vigente. Como o nome sugere, o fundo tem como risco predominante o mercado de ações.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de +15.64%, contra retorno do benchmark (IPCA+yield do IMAB+0,70%) de +13.25%. Desde o início (20/07/2021), acumula resultado de +30.89%, contra retorno do benchmark de +73.60%.
O fundo apresenta resultados compatíveis ao do Kadima Long Bias FIF Multimercado RL, observadas as diferenças na alocação de risco devido a restrições regulatórias.
O cliente que desejar acessar planos VGBL ou PGBL desta estratégia pode fazê-lo através da XP[31] ou da Brasilprev[32].
O Kad IMAB FIFE FIF Multimercado RL é um fundo de previdência multimercado FIFE que se destina a acolher indiretamente recursos de planos PGBL e VGBL, tendo como cotistas fundos FIE tipo 1 e tipo 2 de quaisquer seguradoras. O fundo tem como objetivo superar o IMA-B+0,32% a.a. no longo prazo e vale-se para tal de uma gestão ativa quantitativa, com modelos matemático-estatísticos semelhante ao do Kad IMAB FIC FIF RF LP RL.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno de +9.42%, enquanto o benchmark (IMAB+0.32%) apresenta performance de +13.53%. Desde o início o fundo apresenta retorno de +38.23% enquanto o benchmark apresenta retorno de +36.79%.
O fundo apresenta resultados compatíveis ao do Kad IMAB FIC FIF RF LP RL, descrito mais adiante nesta carta.
O cliente que desejar acessar planos VGBL ou PGBL desta estratégia pode fazê-lo através da XP[33] ou do BTG Pactual[34].
AÇÕES
O Kadima Equities FIF em Ações é um fundo de ações cujo fundo Master tem como característica principal ser um conjunto de estratégias quantitativas que atuam no mercado de ações, levando-se em consideração o objetivo de gerar uma exposição comprada. Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de +21.52%, contra retorno do Ibovespa de +33.95%. Desde o início (17/12/2010), acumula resultado de +184.40%, contra retorno do Ibovespa de +137.01%.
O stock-picking dentro do Kadima Equities é realizado através do chamado modelo de fatores, que busca uma exposição sistemática ao mercado acionário brasileiro. Conforme explicamos anteriormente, este portfólio obteve um desempenho aquém do Ibovespa, com perdas concentradas em março e dezembro. Os fatores que mais detraíram performance foram aqueles de momentum e de valor. Apesar disso, independentemente deste resultado de curto prazo, seguimos acreditando fortemente nas evidências de que esta abordagem é capaz de gerar bons retornos no longo prazo.
O fundo é enquadrado na Resolução CMN 4994, o que permite o acesso de EFPCs ao mesmo. Também é enquadrado na Resolução CMN 4963, permitindo o acesso de RPPS. Adicionalmente, vale mencionar que este fundo cobra uma taxa global de 1.35% e, possui resgate cotizando em D+5, proporcionando uma boa liquidez aos seus cotistas.
Seguimos confiantes na capacidade do fundo gerar bons resultados, com exposição a fatores de risco que beneficiem o investidor no longo prazo.
O Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações RL é um fundo de ações com benchmark CDI, que tem como característica principal ser um conjunto de estratégias quantitativas. Adicionalmente ao modelo long-short predominante neste fundo, ele também possui outros modelos aplicados em diversos mercados futuros. Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de +4.10%, contra retorno do CDI de +14.31%. Desde o início (06/11/2018), acumula resultado de +77.59%, contra retorno do CDI de +84.72%.
Seus resultados são na proporção de sua alocação de risco análogos ao Kadima Master FIF MM RL.
Entendemos que este fundo possui um posicionamento único no mercado brasileiro, uma vez que além do risco majoritário em ações, advindo do modelo de fatores em sua versão long-short, ele também possui exposição a diversos outros algoritmos e classes de ativos. Adicionalmente, sua tributação de renda variável favorece os investidores quando comparada com a tributação de parte dos fundos long-short da indústria. Neste universo restrito de pares, ao nosso ver o Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações RL é uma excelente opção tanto para investidores pessoas físicas, como para alocadores profissionais. Acreditamos no potencial deste fundo em gerar bons resultados no longo prazo.
O Kadima Long Bias FIF Multimercado RL é um fundo multimercado (que busca tributação de renda variável) e possui benchmark IPCA+X%[35]. Utilizando um conjunto de modelos quantitativos, este fundo busca exposições sistematicamente compradas na bolsa brasileira. O modelo de fatores numa versão long-bias é o principal responsável por gerar esta alocação de risco. Adicionalmente, ele também possui outros modelos aplicados em diversos mercados futuros.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno acumulado de 15.47%, contra um benchmark (IPCA+yield IMAB) de +12.46%. Desde o início (26/08/2019), acumula resultado de +86.09%, contra um benchmark de +95.60%.
Acreditamos que este seja um dos produtos mais interessantes àqueles investidores que desejam ter uma alocação sistemática às ações brasileiras, mas com um nível de risco significativamente inferior ao Ibovespa. A composição de modelos utilizada por este fundo é especialmente poderosa para mitigar as quedas do fundo em grandes crises.
RENDA FIXA
O Kad IMAB FIC FIF RF LP RL é um fundo de renda fixa com objetivo superar o IMA-B no longo prazo. Para tal, ele investe pelo menos 95% de seu patrimônio no Kad IMAB Master FIRF LP RL e vale-se de uma gestão ativa quantitativa, com modelos matemático-estatísticos.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno de +8.94%, enquanto o benchmark (IMAB) apresentou +13.17%. Desde o início o fundo apresenta retorno de +35.47% enquanto o benchmark (IMAB) apresenta retorno de +35.04%.
Seus resultados são na proporção de sua alocação de risco análogos ao explicado na parte do Kadima Master FIF MM RL.
Lembramos que o fundo é enquadrado para diversos públicos com legislações específicas, inclusive EFPCs e seguradoras.
O Kadima RF Ativa FIRF LP é um fundo de renda fixa com objetivo superar o CDI+0.26% a.a. no longo prazo. Para tal, ele vale-se de uma gestão ativa quantitativa, com modelos matemático-estatísticos.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno de +12.04%, enquanto o benchmark (CDI+0.26%) apresenta +14.61%. Desde o início o fundo apresenta retorno de +59.41% enquanto o benchmark (CDI+0.26%) apresenta retorno de +54.23%.
Seus resultados são na proporção de sua alocação de risco análogos ao explicado na parte do Kadima Master FIF MM RL.
Lembramos que o fundo é enquadrado para diversos públicos com legislações específicas, inclusive EFPCs e seguradoras.
CRÉDITO
O Kadima Yield FIF RF CP LP – RL é um fundo de renda fixa com objetivo superar o CDI no longo prazo. Para tal, ele se vale de uma gestão ativa quantitativa, com modelos matemático-estatísticos, que combina uma carteira diversificada de crédito privado predominantemente composta de debêntures com perfil high-grade, bem como modelos operando outros ativos para tentar gerar retornos adicionais com risco de mercado. Recentemente este fundo passou a ter em sua carteira também ativos de perfil high-yield, majoritariamente FIC FIDCs, a fim de adicionar maior diversificação.
Em 12 meses o fundo apresentou retorno de +12.76%. Enquanto o benchmark (CDI) apresentou 14.32%. Desde o início o fundo apresenta retorno de +17.77% enquanto o CDI apresenta retorno de +17.71%.

NOTAS DE RODAPÉ
[1] ANBIMA. Metodologia IDA – Índice de Debêntures ANBIMA. Versão dezembro de 2023. ANBIMA, 2023. Disponível em: https://www.anbima.com.br/data/files/55/F0/37/0A/9EEFC8104606BDC8B82BA2A8/Metodologia_IDA_dez23.pdf. Acesso em 23 out. 2025, 16h07.
[2] A carteira teórica do IDA DI deste período foi obtida em https://www.anbima.com.br/pt_br/informar/consulta-ida.htm em 23 de out. 2025, às 15h58.
[3] O screening mencionado foi feito no fechamento no final de outubro de 2025 e, eventualmente, alguns dos dados consultados naquela ocasião podem ter sido alterados (por exemplo: uma empresa ter deixado de ser de capital aberto), o que levaria a um universo ligeiramente diferente se a mesma metodologia for aplicada hoje.
[4] Prazo médio ponderado do fluxo de caixa trazido a valor presente, em dias úteis.
[5] E normalizando de forma que as 324 debêntures somem 100% da carteira
[6] Na carta trimestral de jun/2024 abordamos a questão do default no crédito e da assimetria negativa que os ativos de crédito apresentam. Ela está disponível para consulta em https://www.kadimaasset.com.br/cartas/cartas-de-gestao-26/
[7] Essa expressão pode ser considerada ligeiramente imprecisa no caso brasileiro, uma vez que as debêntures são remuneradas na forma CDI + spread. Ela faz mais sentido no contexto internacional, em que os corporate bonds são negociados a taxas prefixadas, sem outros indexadores. Contudo, aqui tomaremos a liberdade de usar essa expressão, já consolidada no mercado.
[8] Em tese, o yield to worst também considera outras características de um corporate bond, como opções de venda (put), que também podem estar embutidas, ou mesmo alguma call ou put que o investidor possa exercer. Neste exercício, entretanto, consideramos apenas a call do emissor (de resgate antecipado), a mais comum no universo de debêntures analisado.
[9] Esta conta é uma aproximação, em que aplicamos simplesmente: 82.2% × (1.39% – 1.72%) = -0.27%. Sabemos que este não é o impacto real até porque cada papel tem peso diferente. Mas achamos que nesta etapa é uma aproximação razoável.
[10] Black, Fischer, Emanuel Derman, and William Toy. “A one-factor model of interest rates and its application to treasury bond options”. Financial Analysts Journal 46.1 (1990): 33-39.
[11] Isso é diferente do caso típico dos corporate bonds nos quais as emissões são feitas a taxas prefixadas e, portanto, as decisões ficam sujeitas ao nível da taxa de juros livre de risco.
[12] Existem outras metodologias de cálculo do OAS que incorporam volatilidade ao spread de crédito ou mesmo às taxas de juros. Contudo, uma vez que, no Brasil, estamos falando majoritariamente de debêntures que remuneram CDI + spread e a volatilidade do spread de crédito é consideravelmente baixa, optamos por explorar, nesta carta, apenas a abordagem Zero Vol.
[13] Novamente temos uma aproximação deste impacto, estimado por 89.4% x (1.15%-1.67%) = -0.46%. Essa é uma aproximação, mas que serve para fornecer uma boa ordem de grandeza.
[14] O Kadima FIC FIM era o mais antigo fundo da Kadima e, em dezembro de 2025 se tornou, por ato dos prestadores de serviços essenciais, uma subclasse do seu antigo fundo master. Tal movimento visa aprimorar a eficiência do fundo para os investidores, reduzindo alguns custos fixos e permitindo um melhor gerenciamento do caixa do fundo.
[15] Referimo-nos à volatilidade medida pelo desvio padrão dos log-retornos diários.
[16] Existem diferentes formas de calcular este valor, as quais levam a resultados distintos. Os números apresentados têm como objetivo fornecer ao investidor uma noção de ordens de grandeza, não devendo ser interpretados como medidas precisas.
[17] A alocação de risco entre fundos é diferente. Portanto, a escala e diferente. Contudo há uma proporção no movimento observado.
[18] Cálculo feito considerando o futuro, que já embute tanto o custo de oportunidade do CDI como o aluguel médio do portfólio
[19] Cálculo feito considerando o S&P Total Return, a taxa efetiva do fed fund e, o hedge cambial.
[20] Cálculo feito à partir do IRF-M, descontando o custo de oportunidade do CDI
[21] Cálculo feito à partir do IMAB, descontando o custo de oportunidade do CDI
[22] Cálculo feito à partir do futuro de dólar, que já embute o CDI e a taxa de juros externa.
[23] O fundo Icatu Kadima FIE Previdência FIC FIF Multimercado CP RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas do Kadima FIFE Previdência FIF Multimercado RL.
[24] O fundo Kadima Zurich FIE Previdência FIC FIF Multimercado CP RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas do Kadima FIFE Previdência FIF Multimercado RL.
[25] O fundo Kadima XP Seguros Prev FIFE FIF Multimercado CP RL é um fundo espelho, seguindo a mesma estratégia.
[26] O fundo Kadima XP Seguros Prev FIE FIC Multimercado CP RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas do Kadima XP Seguros Prev FIFE FIF Multimercado CP RL.
[27] Kadima IVP I FIF da Classe FIC Multimercado RL
[28] Bradesco Kadima II FIE II FIF CIC Multimercado RL
[29] O fundo Kadima Long Short Prev FIF em Cotas de FIM compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas do Kadima Long Short Previdência FIF em Cotas de FIM.
[30] O fundo Kadima XP Seguros Prev Long Short FIC Multimercado RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas do Kadima Long Short Previdência FIF em Cotas de FIM.
[31] O fundo Kadima Long Bias XP Seg Prev FIC Multimercado RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas deste fundo.
[32] A estratégia está sendo distribuída na Brasilprev através de um veículo chamado Kadima Total Return, o qual também segue a estratégia long bias na previdência.
[33] O fundo Kad IMA B XP Seguros Prev FIC Multimercado RL compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas deste fundo.
[34] O fundo Kadima IMA-B Prev FICFIM RL Access compra pelo menos 95% de seu patrimônio em cotas deste fundo.
[35] X é a média ponderada do yield dos títulos que compõem o IMA-B, calculado diariamente.
*O histórico completo de rentabilidades mensais de todos os fundos geridos pela Kadima pode ser encontrado em nosso site.
Kadima Master FIF MM RL – Subclasse Kadima I: Início do Fundo: 11 / 05 / 2007. PL Médio em 12 meses: R$ 11,163,850.00. Taxa global: 1.25%a.a. (máx. de 1.25%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores em Geral. Cota de Aplicação: D+0. cota de Resgate: D+0. Liquidação de Resgates: D+1. Até o dia 6-dez-2013 a taxa de performance era de 25%. Até o dia 28/02/2024 a taxa de administração era de 2% a.a. No dia 19/12/2015 o fundo Kadima FIC FIF Mult RL foi convertido em uma subclasse do Kadima Master FIF MM RL, se tornando Kadima Master FIF MM RL – Subclasse Kadima I (CNPJ: 09.412.694/0001-49, Código CVM: 7DDYN1765576700)
Kadima Master FIF MM RL – Subclasse Kadima II: Início do Fundo: 30 / 04 / 2008. PL Médio em 12 meses: R$ 57,423,860.00. Taxa global: 2%a.a. (máx. de 2%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores em Geral. Cota de Aplicação: D+0. cota de Resgate: D+10. Liquidação de Resgates: D+1 da Cotização. Até o dia 6-dez-2013 a taxa de performance era de 25%. No dia 19/12/2015 o fundo Kadima II FIC FIF Mult RL foi convertido em uma subclasse do Kadima Master FIF MM RL, se tornando Kadima Master FIF MM RL – Subclasse Kadima II (CNPJ: 09.412.694/0001-49, Código CVM: P4CS71765577067)
Kadima High Vol FIC FIF Multimercado – RL: Início do Fundo: 23 / 03 / 2012. PL Médio em 12 meses: R$ 101,679,600.00. Taxa global: 2%a.a. (máx. de 2%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores qualificados. Cota de Aplicação: D+0. cota de Resgate: D+10. Liquidação de Resgates: D+1 da Cotização. Até o dia 6-mar-2013 a taxa de adm era de 0.75% e não havia taxa de performance.
Kadima Long Short Plus FIC FIF Ações – RL: Início do Fundo: 06 / 11 / 2018. PL Médio em 12 meses: R$ 109,409,900.00. Taxa global: 2%a.a. (máx. de 2%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores qualificados. Cota de Aplicação: D+0. cota de Resgate: D+10. Liquidação de Resgates: D+1 da Cotização.
Kadima FIFE Previdência FIF Mult RL: Início do Fundo: 28 / 09 / 2018. PL Médio em 12 meses R$ 123,899,700.00. Taxa global: 1,20%a.a. (máx. de 1,20%a.a.). Taxa de Performance: não há. Público-alvo: Aplicações de recursos através de Planos PGBL e VGBL.
Kadima Long Short Previdência FIF Mult RL: Início do Fundo: 15 / 05 / 2020. PL Médio em 12 meses: R$ 24,926,370.00. Taxa global: 1,00%a.a. (máx. de 1,00%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI+0,9%. Público-alvo: Aplicações de recursos através de Planos PGBL e VGBL.
Kadima LT FIF Multimercado – RL: Início do Fundo: 02 / 01 / 2019. PL Médio em 12 meses: R$ 16,228,610.00. Taxa global: 2%a.a. (máx. de 2%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidor em Geral. Cota de Aplicação: D+0. Cota de Resgate: D+10. Liquidação de Resgates: D+1 da Cotização.
Kadima Long Bias FIF Multimercado – RL: Início do Fundo: 26 / 08 / 2019. PL Médio em 12 meses: R$ 14,522,900.00. Taxa global: 1.75%a.a. (máx. de 1.75%a.a.). Taxa de Performance: 20% sobre o que exceder o IPCA+X vide regulamento. Público-alvo: Investidor em Geral. Cota de Aplicação: D+0. Cota de Resgate: D+10. Liquidação de Resgates: D+1 da Cotização. Fundo com menos de 12 meses de histórico.
Kadima Equities FIF em Ações: Início do Fundo: 17 / 12 / 2010. PL Médio em 12 meses: R$ 18,862,510.00. Taxa global: 1.35%a.a. (máx. de 1.35%a.a.). Taxa de Performance: 20% do que exceder o IBOVESPA. Público-alvo: Investidor em Geral. cota de Aplicação: D+0. Cota de Resgate: D+1. Liquidação de Resgates: D+2 da cotização. Em 23/06/2025 o fundo Kadima Equities Master FIA foi incorporado ao Kadima Equities FIC FIA e este passou a se chamar Kadima Equities FIF em Ações.
Kadima Long Bias FIFE Previdência FIF Mult RL: Início do Fundo: 20/07/2021. PL Médio em 12 meses: R$ 9,957,636.00. Taxa global: 1,05% (máx. de 1,05% a.a.). Taxa de performance: 20% do que exceder o IPCA+X+0,7%. Público-alvo: Aplicações de recursos através de planos PGBL e VGBL.
Kad IMAB FIC FIF RF LP – RL: Início do Fundo: 13/12/2021. PL Médio em 12 meses: R$ 39,278,810.00. Taxa global: 0,75% (máx. de 0,80%). Taxa de performance: 20% do que exceder o IMA-B. Público-alvo: Investidores em Geral.
Kad IMAB FIFE FIF Mult RL: Início do Fundo: 13/12/2021. PL Médio em 12 meses: R$ 80,391,610.00. Taxa global: 0,48% (máx. de 0,48%). Taxa de performance: 20% do que exceder o IMA-B + 0,32%. Público-alvo: Aplicações de recursos através de planos PGBL e VGBL.
Kadima RF Ativa FIF RF LP RL: Início do Fundo: 29/06/2022. PL Médio em 12 meses: R$ 263,607,800.00. Taxa global: 0,44% a.a. (máx. 0.44% aa). Taxa de performance: 14% do que exceder o CDI+0,26%. Público-alvo: Investidores em Geral. Em 13/12/2024, o Kadima RF Ativa FIC FIRF LP foi incorporado ao seu fundo master, Kadima RF Ativa Master FIRF LP. Este passou a chamar-se Kadima RF Ativa FIRF LP, passou a cobrar as atuais taxas de administração e performance e o benchmark passou a ser CDI+0,26%. Antes disso o fundo não cobrava taxas.
Kadima International Alpha FIF Mult RL: Início do Fundo: 13/05/2024 PL Médio em 12 meses: R$ 5,938,596.00..Taxa global: 2% a.a. (máx. de 2% aa). Taxa de performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores Qualificados.
Kadima Yield FIF RF CP LP – RL: Início do Fundo: 20/09/2024. PL Médio em 12 meses: R$ 7,298,203.00.. Taxa global: 0,45% a.a. (máx. de 0,45% a.a.). Taxa de performance: 20% do que exceder o CDI. Público-alvo: Investidores Qualificados.
Esta carta é uma publicação cujo propósito é divulgar informações e dar transparência à gestão executada pela Kadima Asset Management. As informações contidas neste material são de caráter exclusivamente informativo, não devem ser consideradas uma oferta para aquisição de cotas de fundos de investimento e não constitui prospecto previsto na instrução CVM 555 ou no Código de Auto-Regulação da ANBIMA. Este Material Técnico contém resultados baseados em simulações históricas e os resultados reais poderiam ser significativamente diferentes. O investimento em Fundo não é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito”. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos e de eventual taxa de saída. Para avaliação de um fundo de investimento, é recomendável a análise de, no mínimo, 12 (doze) meses. Leia o formulário de informações complementares, a lâmina de informações essenciais, se houver, e o regulamento antes de investir. Os termos “Master” e “Feeder” são comumente utilizados no meio financeiro para designar veículos de investimento que fazem parte de uma estrutura na qual vários fundos de cotas possam compartilhar de uma mesma estratégia. Os fundos de cotas são chamados “Feeders”, pois aplicam recursos financeiros no fundo receptor, este chamado fundo “Master”, no qual a estratégia é implementada. Administrador/ Distribuidor: BNY Mellon Serviços Financeiros DTVM S.A., CNPJ: 02.201.501/0001-61, situada à Av. Presidente Wilson, 231, 11º andar, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20030-905. Telefone: (21) 3219-2998 Fax (21) 3974-4501 www.bnymellon.com.br/sf – SAC: [email protected] ou (21) 3974-4600, (11) 3050-8010, 0800 725 3219 – Ouvidoria: [email protected] ou 0800 7253219. | BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, CNPJ/MF: 59.281.253/0001-23, com sede na Cidade e Estado do Rio de Janeiro, localizada à Praia de Botafogo, n.º 501, 5º andar (parte), Torre Corcovado, Botafogo, CEP 22250-040, Brasil. Telefone: +55 21 3262 9600. SAC: 0800 772 2827. Ouvidoria: 0800 722 0048. btgpactual.com
